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Tempo ocioso nas confecções de vestuário

O tempo ocioso nas confecções de vestuário é um grande problema. Nos dias atuais tenho encontrado muitas empresas em que seus colaboradores querem fazer das corporações verdadeiras “vacas leiteiras”. Afirmo isso porque não há gestões corporativas por parte dos empreendedores, já que muitos não estão qualificados para cobrarem seus colaboradores à altura do quanto realmente precisam ser cobrados.

Dessa forma, esses funcionários vão literalmente “empurrando com a barriga” e as suas pseudo-tarefas vão deixando muito a desejar no desempenho pelo qual foi remunerado para desempenhar. Com o tempo ocioso nas confecções de vestuário, perde-se em produtividade e em lucratividade, o que põe em risco as empresas e o emprego desses funcionários.

O mais chato de tudo isso é que muitos desses maus colaboradores não querem mais ficar nas empresas e sabem que algumas dessas corporações não querem ter o custo da demissão. Pelo contrário, elas fazem de tudo para que esses colaboradores peçam demissão. Como não acontece por parte da empresa o desligamento desses funcionários, eles vão, como disse anteriormente, “empurrando com a barriga” e fazendo desta empresa uma verdadeira vaca leiteira, aonde todos querem mamar na teta da vaca.

E com isso geram um desgaste tremendo para quem está à frente na gestão e precisa lidar com o tempo ocioso nas confecções de vestuário. Normalmente, os gestores qualificados, vindos do mercado, veem erros consideráveis por parte desses maus colaboradores, como o não comprometimento para com a empresa e ausências consideráveis.

Numa situação inversa, um profissional satisfeito faz com que se aumente a rentabilidade de forma positiva para as corporações, visto que o maior ativo em uma empresa são seus colaboradores. Então, é hora de despertarmos para uma nova visão de gestão do tempo ocioso nas confecções de vestuário.

Outro dia um amigo do meu segmento profissional disse-me que se não fizermos um exercício no dia a dia para combater o tempo ocioso e os maus funcionários ficaremos reprovados como gestores. E olha que as doses são homeopáticas. Imagina se formos aplicar a liderança chicote, por exemplo, não deu produção, não cumpriu suas tarefas de forma assertiva, é advertência e depois suspensão. Mas já foi o tempo desse tipo de liderança. Hoje em dia essa forma já não mais tem espaço nas empreas, porque gera um estresse e um desgaste subumano.

Aos gestores, cabe ficar atentos ao tempo ocioso nas confecções de vestuário, para evitar essa prática e valorizar os bons funcionários, que de fato favorecem o crescimento da empresa.